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O papel potencializador e estruturador da escola

Como pricipal responsável por potencializar habilidades e competências, a atuação da escola, juntamente com o professor, envolve a interação entre estudantes de diversas idades, contribuindo para um exercício que vai muito além de um estímulo natural. A Maple Bear, que aplica o que há de melhor no ensino canadense, combinando aspectos de várias metodologias, acredita, que o estudante carrega suas experiências de infância para o que ele será futuramente e, principalmente, para como ele contribuirá com a sociedade como cidadão.

Portanto, nenhuma experiência na fase estudantil deve ser descartada, mas organizada de acordo com cada etapa em que o aluno vive, tendo cada uma a sua devida importância. Nesse contexto, até mesmo a pandemia, que tentou frear os avanços escolares, foi significativa.

A atuação da escola vai além

Socialização, potencial criativo, relações sociais e interação com o meio são aspectos primários e mais importantes para o desenvolvimento humano. Para que toda essa teoria se torne prática, são necessárias as aplicações de estímulos e as intervenções, de modo que a criança se desenvolva plenamente, visando o auge do sucesso.

Por isso, não basta a atuação da família nas fases de desenvolvimento. A escola é essencial, levando-se em conta dois fatores básicos: os invariantes e os variantes. Nos fatores invariantes, pode-se dizer que, ao nascer, o indivíduo recebe estruturas biológicas, entre elas, as sensoriais e as neurológicas, que são a tendência natural à organização e à adaptação, respectivamente. Já os fatores variantes referem-se à transformação do pensamento em ação, no processo de interação com o meio, visando a adaptação do indivíduo.

Para se ter uma ideia, a teoria psicogenética mostra que a inteligência não é herdada, mas construída no processo de interação entre o homem e o meio ambiente. Em suas teorias sobre o desenvolvimento humano, por exemplo, Piaget ressalta o processo de aprendizagem que todo ser humano tende a passar, o que, para facilitar a compreensão, pode ser resumido da seguinte forma:

– Sensório-motor (0 a 2 anos): referente à percepção e aos movimentos. A criança chega ao final dessa fase com a percepção de um objeto especifico;

– Pré-operatório ( 2 a 7 anos): caracterizado pela linguagem e percepção da realidade ainda desequilibrada;

– Operações concretas (7 a 11 ou 12 anos): a criança estabelece relações e coordena pontos de vistas diferentes. Além disso, consegue fazer relações mentais;

– Operações formais (11 ou 12 anos em diante): quando a criança estabelece um padrão mental, raciocina com conceitos abstratos e ainda faz operações intelectuais.

Da teoria à prática

A Maple Bear acredita todas essas fases devem ser perfeitamente compreendidas em profundidade pelo professor. E a escola, por sua vez, que acompanha todo o processo de aprendizagem, tem a possibilidade de gerar oportunidades para novos aprendizados. É a atuação na chamada Zona de Desenvolvimento Proximal, de Vigotsky (1984), que estimula o aluno além do seu desenvolvimento real. Segundo o psicólogo, a relação do homem com o mundo é mediada, pois tem como base a interação a partir das relações que estabelece com o outro e com o universo. É nessa chave que a Maple Bear pensa o aprendizado de seus alunos.

No contexto escolar, a mediação pedagógica nada mais é do que a atitude, ou seja, o comportamento do professor que se coloca como facilitador, incentivador ou motivador da aprendizagem. Esse profissional da educação deve se dispor a ser uma ponte entre o aprendiz e a aprendizagem, colaborando ativamente para que o aluno chegue ao seu objetivo.

Com tantos e tantos estudos, o que fica evidente aqui é que não existe unilateralidade no desenvolvimento da criança. No entanto, o estímulo propiciado dentro do ambiente familiar não é o suficiente, sendo de extrema necessidade o papel da escola como espaço potencializador e estruturador do conhecimento. Além disso, a escola também proporciona interações que contribuem para a troca e o desenvolvimento social.

A Doutora em Educação Angela Meyer Borba afirma que “as crianças se encontram em um mundo estruturado por relações materiais, sociais, emocionais e cognitivas que organizam suas vidas cotidianas e suas relações com o mundo. É nesse contexto que elas vão constituindo suas identidades como crianças e como membros de um grupo social. Não devem, todavia, ser vistos como sujeitos passivos que apenas incorporam a cultura adulta que lhes é imposta, mas como sujeitos que, interagindo com esse mundo, criam formas próprias de compreensão e de ação sobre a realidade. Isso porque esse contexto não apenas constrange suas ações, mas também lhes traz novas possibilidades.” E a escola é o ambiente mais adequado para que essas relações sejam construídas e essas identidades, desenvolvidas, dentro de uma proposta pedagógica que leve em conta a autonomia dos alunos, seu relacionamento com os outros e sua capacidade de compreensão crítica do mundo.

Como escola, a Maple Bear está comprometida a oferecer todas as condições necessárias para garantir a elevação das potencialidade e habilidades de cada aluno para  o seu desenvolvimento integral, seja de forma remota (em tempos de pandemia) ou presencial.

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